Santo Tomás de Aquino define a arte como a “reta razão aplicada às coisas que devem ser feitas”. Na marcenaria, o aluno exercita essa virtude com as próprias mãos.
Santo Tomás de Aquino distingue a prudência, que dirige o agir (agibilia), da arte, que dirige o fazer (factibilia): a arte é a "reta razão aplicada às coisas que devem ser feitas". Ambas são virtudes do intelecto prático, mas a arte julga a obra em si mesma — se está bem-feita — e não a alma de quem a fez.
Na marcenaria, o aluno planeja, erra, corrige e conclui um trabalho com as próprias mãos. É uma escola de paciência e de capricho, que ensina a dignidade de todo trabalho bem-feito — um complemento precioso à formação intelectual, e um exercício concreto daquilo que Santo Tomás chamava de virtude da arte.
As aulas são conduzidas com segurança e adequadas à idade de cada turma.